A empresa cresceu. O faturamento veio. E você continua sendo a única pessoa que sabe explicar o que ela faz. Sem uma marca forte, a sua autoridade fica presa dentro da sua sala, e quem decide comprar escolhe quem sabe se contar melhor.
Uma cadeira por vez. Temporada 2026-2027 aberta.
Ele não entendeu a diferença, porque ninguém contou para ele.
Tudo o que a empresa sabe fazer depende de você estar na reunião para explicar.
A marca muda de voz cada vez que muda a pessoa que fala por ela.
O mercado responde com mais post, mais funil e mais anúncio. Todo mundo fala de faturamento, e por isso todo mundo soa igual. Volume em cima de um som desafinado só espalha o ruído.
Muita gente me conhece por Vagalumes. Pouca gente sabe o que está por trás dela.
Durante vinte anos eu escrevi para os maiores artistas do Brasil. Para escrever para alguém, eu preciso encontrar o ponto exato entre o que essa pessoa é e o que o mercado precisa ouvir. Esse ponto se chama posicionamento, e é ele que eu construo com você.
Criar uma marca é compor uma canção. Eu só mudei de cliente.
Toda parceria passa pelos três, sempre nessa ordem. O que muda de um ciclo para o outro é o tamanho da obra e quanto tempo eu fico do seu lado.
Tudo o que você já fez, viveu e recusou. A sua vida digital e o que está guardado na gaveta, lidos em blocos de dez anos.
Seu passado vira autoridade.Onde a sua história e a sua empresa estão desafinando. Antes de criar qualquer coisa, a gente afina, porque quem cria em cima do desafinado entrega coisa desafinada.
Seu presente vira posicionamento.Os projetos que vão carregar o seu nome nos próximos anos, com data para acontecer e comigo do lado na execução.
Seu futuro vira obra.Por baixo dos três tempos roda o Método SOM. São sete notas que leem a pessoa antes da empresa, da identidade até a comunicação. Você não precisa decorar nenhuma delas. Elas são o meu instrumento de trabalho.
Antes de dirigir a marca de um empresário, ele passou vinte anos sendo a marca. É de lá que vem a leitura do que prende atenção e do que só ocupa espaço.
Palestrante do TEDx e do Rock in Rio. Música do Ano no Meus Prêmios Nick, Melhor Música e Melhor Compositor no Prêmio Jovem Brasileiro, Jovem em Destaque pelo trabalho musical e social.
Vinte minutos no palco vermelho, com violão e chapéu, sobre o que uma canção faz quando sai da mão de quem a escreveu.
Artistas, empresários, donos de empresa e gravadoras. Vinte anos assinando trabalho, muito antes de isso virar um produto com nome.
Quando a audiência é própria, o custo por pessoa alcançada cai para uma fração do que a mídia tradicional cobra. É esse o poder de ter marca forte, e é exatamente isso que se constrói aqui, do lado do founder.
O documento-mãe. O acervo, as sete notas afinadas, o roadmap dos projetos e o plano escrito. Único daquela pessoa, não um modelo preenchido.
O roadmap apresentado. A apresentação de negócios sua, feita para elevar o seu posicionamento na frente de sócio, investidor e cliente.
Identidade, linguagem e postura. O que a sua empresa diz quando você não está na sala, escrito para o time falar igual.
O seu universo digital. Criação, produção e distribuição pensadas para todas as plataformas, para você documentar o que está realizando. É contando como você constrói o seu universo que as pessoas se conectam e as suas frentes crescem.
Cada ciclo tem começo, meio e fim. A estrutura do tempo é igual para todos. A obra nunca é.
A primeira versão do seu som: o acervo lido, o posicionamento afinado e um projeto desenhado. Serve também para os dois lados verem se querem seguir juntos.
Um projeto lançado, do acervo até a rua. A sua marca ganha posicionamento, voz própria e a primeira peça no mundo.
A campanha completa, com dois ou três projetos e uma narrativa só. Além da marca, o modelo de negócio: novos produtos, postura e time.
Para quem fatura acima de R$ 10 milhões por ano e sabe que a obra é de longo prazo. Eu entro no conselho para a narrativa da empresa não desafinar.
Os valores são apresentados na conversa. Nunca pacote fixo.
Cada ciclo tem um valor, e ele é apresentado na conversa, depois que eu entendo o momento da sua empresa. A faixa de faturamento que você informa no formulário já indica por qual ciclo faz sentido começar.
Não no primeiro dia. A gente descobre junto o formato em que você soa como você: palco, texto, vídeo ou conversa. Ninguém vira personagem aqui.
A agência continua. Ela passa a executar com direção, porque finalmente sabe qual é o som da sua marca.
Os primeiros meses têm encontros semanais. Depois o ritmo passa a ser quinzenal. O estudo e a escrita pesada acontecem do meu lado, antes de cada encontro.
É para isso que existe o Ensaio. Em um mês os dois lados sabem. Se não seguirmos juntos, você sai com as ideias na mão e toca com quem quiser.
Não existe botão de compra. Existe uma conversa, e antes dela, estas perguntas. Assim já sabemos de onde você vem e para onde quer ir, e eu te digo com franqueza se é a sua hora. Quem passa por aqui recebe o meu contato.